Já é por demais o tempo desta aurora
Minha meia anciã quer se deitar quer se ficar e minha meia quer se ir
Elas se duelam
Se ora esqueço por esquecer saiba que és meu melhor remédio daquilo que imaginava ter controle
É velho amigo a terapia não faria efeito nada mais faria
A penas o primórdio de tudo em palavras lúdicas o que nunca admito ouvera acontecido,em histórias histórias e histórias , seriam reais, ? que bom que sim, mas não assim como aquele medo que me deichou enloquecida por ser de minha loucura mas já havia lembrado de tempos atrás é verdade novamente.atestando e assinando meu atestado de louca.louca enciumada por nada que já não houvera sido ou que já se era por tempos talvez em universos paralelos.diria agora a louca sou eu? Eu sou alouca? Falo que sim e me afasto.em dinastia de subir o monte todas as noites meditando sobre ti gostava quando o sorriso era solto e as preocupações normais.agora que mecho com parte de mim que desconheço e que me machuca.prefiro ficar quietinha,mas todas as noites e todos os dias dou uma colherada.talvez a praia ainda enxergue a eternidade.pra mim é por certo.solidão.caio no peito do medo do esquecimento daquilo que tenho que esquecer e não consigo.solucionar a charada seria o ideal.a dor se dissolver.e o sorriso por certo e terno amigo, como me foi alguns dias,que agora se levou.velha lembrança de primórdio que sempre tive.a dor de uma traição.o q digo é que de irreal ela sempre se torna re.é por certo.quando vêm na mente estes anseios escondidos é por certo que eles existem.é por certo.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
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